Textos com Etiquetas ‘diabetes’

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Esquiador com diabetes quer medalha contra o preconceito

14, fevereiro, 2010 Sem comentários
Esquiador Diabetes

Kris Freeman

O esquiador Kris Freeman vai disputar a modalidade cross country em Vancouver com um objetivo maior do que apenas conquistar uma medalha nos Jogos de Inverno. Ele quer mostrar aos adversários e ao mundo que é possível manter o alto nível do esporte mesmo sendo diabético.

Sem problemas para falar sobre a doença, Freeman faz questão de se aplicar insulina abertamente, na frente de colegas e competidores. Segundo ele, a atitude tem dois motivos claros: mostrar que um atleta com diabete tipo 1 pode se sobressair em esportes de alto nível e repudiar aqueles atletas que ainda se aplicam clandestinamente.

Ele conta que sempre fez questão de se tratar em locais públicos, como o refeitório das competições, e garante que todos os órgãos responsáveis pelo antidoping (Wada, COI e FIS) estão cientes de sua doença e de seu tratamento. Porém, ainda lamenta que muitos escondam a doença e desistam diante das dificuldades impostas por ela.

Quando foi diagnosticado, há 10 anos, Freeman foi aconselhado a largar o esporte por não conseguir chegar ao nível competitivo de outros atletas. No entanto, seguiu em frente e agora está disputando uma medalha. Em Vancouver, porém, Freeman terá que superar outro estigma, além de ter que vencer a doença: o tradicional fracasso americano no cross country.

Esquiador Diabetes

Kris Freeman

Afinal, os EUA não conquistaram qualquer medalha na modalidade nos últimos 34 anos. Em 1976, Bill Koch foi o primeiro e o último americano a ganhar uma medalha olímpica de cross-country nos 30 km. Agora, cabe a Kris Freeman quebrar estes dois desafios em Vancouver, o do jejum e do preconceito. Ele não garante que conseguirá, mas sua história deixa mostra que isso é bem possível de ser alcançado.

Fonte: wap.terra.com.br

10 coisas que você precisa saber sobre diabetes

24, janeiro, 2010 Sem comentários

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.

Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.

Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:

1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL.  A partir de 100mg/dL  em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.

2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente).  A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.

3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.

4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.

5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.

6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.

7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.

8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.

9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2.  Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.

10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais. 

Ex-fumantes tem maiores chances de desenvolver diabetes tipo 2

17, janeiro, 2010 Sem comentários

Estudo revela que ex-fumantes têm maiores chances de desenvolver diabetes tipo 2
Fonte: Revista Isto É
 
Parar de fumar melhora o placar contra muitas doenças, especialmente males como infarto, derrame, problemas respiratórios e alguns tumores. Mas o que os médicos não sabiam é que o abandono do vício eleva, a curto prazo, o risco de ter diabetes tipo 2. Foi o que revelou um trabalho recém-divulgado por cientistas de duas universidades americanas, Johns Hopkins e North Carolina, e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Após observar 10,8 mil pessoas por 17 anos, os especialistas concluíram que aquelas que deixam de fumar têm até 70% mais chance de desenvolver a doença do que as que nunca fumaram. É um risco que se mantém alto nos três primeiros anos de suspensão do cigarro. Depois, cai gradualmente até que, em dez anos, volta a ser igual aos riscos da população não fumante. Os especialistas relacionam o aumento da vulnerabilidade à diabetes dos ex-fumantes à quantidade de cigarros consumidos durante os anos de tabagismo e ao ganho de peso após a interrupção desse hábito. “Identificamos que as pessoas que fumavam mais de 20 cigarros por dia e aquelas que ganharam mais peso depois de parar tiveram maior risco de manifestar a doença”, afirmou à ISTOÉ a médica Hsin-Chieh Yeh, da Universidade Johns Hopkins. O levantamento mostrou que apresentaram tendência acentuada à diabetes os voluntários que ganharam em média quatro quilos e quatro centímetros de circunferência abdominal nos três anos seguintes ao abandono do vício.

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Os dados do estudo estão publicados na edição deste mês da revista “Annals of Internal Medicine”. Para a endocrinologista Maria Teresa Zanella, coordenadora do setor de Obesidade da Universidade Federal de São Paulo, é fácil enxergar o fio condutor que liga o adeus ao tabagismo ao risco de diabetes. Enquanto a pessoa fuma, diz a médica, a nicotina estimula a produção dos hormônios adrenalina e noradrenalina. Em excesso, eles aceleram o funcionamento do organismo, aumentando, por exemplo, os batimentos cardíacos e a respiração. “Isso leva a um gasto energético maior”, diz Maria Teresa. Ao mesmo tempo, a nicotina inibe o apetite. “Quando a pessoa para de fumar, esse processo é interrompido, o gasto energético diminui e a vontade de comer cresce.” A consequência é o ganho de peso, que cria condições favoráveis à diabetes tipo 2, uma alteração do metabolismo dos açúcares do corpo que pode aparecer em qualquer fase da vida. Fora de controle, ela traz complicações renais, cardíacas e circulatórias. “O aumento de tecido gorduroso dificulta a ação da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, que ajuda a colocar a glicose (o combustível do organismo) dentro das células”, explica Maria Teresa. Se o corpo não consegue produzir insulina suficiente ou não a utiliza de maneira apropriada, há o descontrole dos índices de açúcar no sangue. As constatações desse estudo, porém, não devem ser usadas como desculpa para não largar o cigarro. Afinal, os benefícios de deixar de fumar para a saúde são muito maiores do que o risco de desenvolver diabetes do tipo 2. O próprio estudo em questão aponta que os fumantes têm 30% mais predisposição à diabetes do que não fumantes. “O certo é desistir do cigarro”, diz a cientista Hsin-Chieh. Para ela, os médicos devem orientar melhor os ex-fumantes. “Além de mudanças no estilo de vida, como adotar uma dieta saudável e fazer atividade física, é importante verificar com frequência as taxas de açúcar no sangue para detectar precocemente a diabetes.”

Atletas com diabetes dividem experiência em encontro no CDBH na véspera da Volta Internacional da Pampulha

14, dezembro, 2009 Sem comentários

Na tarde do dia 05 de dezembro, o Centro de Diabetes de Belo Horizonte (CDBH) realizou o primeiro “Encontro de atletas com diabetes”. Quatro atletas profissionais e amadores foram convidados a contar suas experiências de vida e os benefícios de conviver com a doença praticando esportes. Estiveram presentes os triatletas Alexei Caio, Guilherme de Matos e Rondon Pacheco e o professor Cláudio Moura Castro, praticante de paraglider e trekking.P9140041

 O encontro fez parte da preparação da equipe de atletas com diabetes do CDBH, que participou da Volta Internacional da Pampulha, no dia seguinte, com acompanhamento de uma completa equipe interdisciplinar formada por médicos, educadores físicos, nutricionistas e podólogos.

O encontro e a corrida são parte de um projeto pioneiro do CDBH, que busca a inserção de pessoas com diabetes no ambiente esportivo, aumentando a saúde e diminuindo os preconceitos, bem como avaliar cientificamente o impacto do exercício físico na variação glicêmica de atletas com diabetes tipo 1, contribuindo para a evolução das pesquisas e análises acerca da doença.

 

O projeto tem apoio da Novo Nordisk Farmacêutica, Medtronic,  Drogaria Araújo e Roche Diagnóstica.

 O que eles disseram

P9140054 (Medium) “Procuro acompanhar o índice regularmente nas provas, ter sempre carboidratos em gel para reposição, hidratar com freqüência e, claro, cuidar da alimentação. Independentemente de praticar esportes de alto impacto, o diabetes nos leva a ter um estilo de vida mais saudável”, Guilherme de Matos.

 

“É fundamental monitorar e analisar os parâmetros fisiológicos antes e depois dos eventos esportivos. Mas o mais importante é se descobrir, se respeitar, saborear a prática de atividades físicas e sempre respeitar seus limites”, Alexei Caio.

 

“Apesar de conviver com a doença há 36 anos, só recentemente comecei a me cuidar com a ajuda de um tratamento mais cuidadoso, com insulinoterapia intensiva. E já me sinto muito melhor. O diabetes é um motivador para a promoção de saúde”, Rondon Pacheco.P9140047 (Medium)

 

“A descoberta do diabetes não modificou minha felicidade, nem minha disposição para viver e nem para seguir com os projetos que sempre me deram prazer. Não se pode ignorar a doença, mas ela não impede em nada de seguir sua vida normalmente, inclusive praticando esportes”, Cláudio de Moura Castro.

 

 

Desempenho dos corredores do CDBH na Volta Monitorada de BH

14, dezembro, 2009 Sem comentários

Foi um sucesso a participação da equipe do CDBH na XI Volta Internacional da Pampulha, realizada no dia 06 de dezembro, em Belo Horizonte.

Nove atletas com diabetes que treinam sob supervisão do CDBH enfrentaram muita chuva ao longo de todo o percurso, mas não desanimaram. Em pouco mais de duas horas, todos já haviam completado os 18 quilômetros da prova.

Eles correram acompanhados por uma equipe do Centro, formada por médicos, educadores físicos, nutricionistas e podólogos, que monitoraram os corredores em pontos estratégicos do circuito.

Além disso, cinco atletas utilizaram um moderno monitor contínuo de glicose, o Guardian, que mede a glicemia a cada 5 minutos, através  de um sensor subcutâneo. O equipamento, colocado sob a pele dos participantes uma semana antes da volta, registrou os níveis glicêmicos no dia-a-dia dos corredores e durante a atividade física. Além de produzir o registro, o monitor permiete ao usuário ver através de um relógio digital o valor de sua glicose, em tempo real, durante a atividade física. “Agora, de posse dos resultados, vamos comparar o cotidiano glicêmico do paciente durante toda a semana e na prova, o que nos vai permitir compreender as variações dos níveis durante a prática esportiva e investigar mais detalhadamente os reais benefícios do esporte para a pessoa com diabetes”, explica o endocrinologista Rodrigo Lamounier, diretor clínico do CDBH.

A participação dos atletas na Volta da Pampulha é parte de um projeto pioneiro do CDBH, que busca a inserção de pessoas com diabetes no ambiente esportivo, aumentando a saúde e diminuindo os preconceitos, bem como avaliar cientificamente o impacto do exercício físico na variação glicêmica de atletas com diabetes tipo 1, contribuindo para a evolução das pesquisas e análises acerca da doença.

O projeto conta com apoio da Novo Nordisk Farmacêutica, da Medtronic, da Drogaria Araújo e da Roche Diagnóstica.

Confira os tempos dos atletas na Volta Internacional da Pampulha:

Alexei Caio                               01:47:51

Aline Ferreira                           02:05:51

Bianca Meira                            02:05:40

Fabiano Felício                         01:49:34

Guilherme de Matos               01:19:16

Hebert Guimarães                   01:47:41

Ivan Gonçalves                         01:56:56

Oscar Lima                                01:34:40

Rodrigo Lamounier                  01:49:04

Fotos dos nossos corredores e equipe durante o evento.

 

 

 

 

 

 

 

Entrevista da equipe do CDBH

27, novembro, 2009 Sem comentários

Entrevista que ocorreu no dia 13 de Novembro para o programa Sempre Feliz da Rede Super de Televisão em Belo Horizonte.

Entrevistados: Rodrigo Lamounier, Marcella Lobato e William Valadares.

- Parte 1 -

- Parte 2 -

- Parte 3 -

- Parte 4 -



Corredores do CDBH foram destaque em São Paulo.

19, novembro, 2009 1 comentário

Corredores do CDBH foram destaque em São Paulo

Por Rodrigo Lamounier e Eduardo Gonzaga

Os atletas do CDBH  obtiveram ótimos resultados na corrida novo nordisk mudando o diabetes, no dia 14 de novembro em São Paulo.  Destaque para Aline Cristina Mendes Ferreira e Bianca Regina Ribas Meira, que ficaram em 2º lugar e 5º lugar respectivamente em suas categorias. A corrida ocorreu no campus da USP e contou com a volta de 5 km e 10 km.

- Colocação dos nossos atletas: -

- Aline Cristina Mendes Ferreira (2º lugar por idade e 40º Geral Feminino 5km)
- Bianca Regina Ribas Meira ( 5º lugar por idade e 49 Geral Feminino 5km)
- Altair Pinto da Silva (12º Lugar por idade e 97º geral masculino 5km)
- Hebert Nogueira Guimarães (48º lugar por idade e 308º geral masculino 10km)
- Rodrigo Nunes Lamounier (35º lugar por idade e 211º Geral masculino 10km)
- Ivan Arantes Gonçalves (213º geral masculino)

- Aline Cristina Mendes Ferreira (2º lugar por categoria e 40º Geral Feminino 5km)

- Bianca Regina Ribas Meira ( 5º lugar por categoria e 39º Geral Feminino 5km)

- Altair Pinto da Silva (12º Lugar por categoria e 97º geral masculino 5km)

- Rodrigo Nunes Lamounier (35º lugar por categoria e 211º Geral masculino 10km)

- Hebert Nogueira Guimarães (48º lugar por categoria e 308º geral masculino 10km)

- Ivan Arantes Gonçalves (213º geral masculino)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Simpósio e inauguração do CDBH

17, novembro, 2009 1 comentário
Simpósio conta com especialistas renomados para a inauguração do CDBH

 

No dia 18 de setembro ocorreu o simpósio de inauguração do CDBH. O evento contou com a participação especialistas brasileiros que são referência no tratamento e prevenção da doença e inaugura oficialmente o CDBH. O simpósio contou com a presença da médica endocrinologista Silmara Leite, de Curitiba (PR) e das nutricionistas Luciana Bruno e Gisele Rossi, de São Paulo (SP), que apresentaram aulas sobre a promoção da saúde da pessoa com diabetes, controle glicêmico e nutrição saudável. O diretor clínico do CDBH, Dr. Rodrigo Lamounier foi o outro palestrante do simpósio. A programação incluiu ainda o lançamento do Manual de Nutrição Saudável, publicação que faz parte da coleção de materiais educativos produzida pela equipe do Centro. “O evento de inauguração foi organizado segundo o espírito inovador do CDBH: oferecer assistência ativa na promoção de saúde e do autocuidado, com uma equipe multiprofissional integrada, com foco na educação e na prevenção”, afirma Lamounier. Depois do simpósio, os convidados participaram de um coquetel de confraternização.

Simpósio conta com especialistas renomados para a inauguração do CDBH

Por Rodrigo Lamounier  e Eduardo Gonzaga

No dia 18 de setembro ocorreu o simpósio de inauguração do CDBH. O evento contou com a participação especialistas brasileiros que são referência no tratamento e prevenção do diabetes e inaugura oficialmente o CDBH. O simpósio contou com a presença da médica endocrinologista Silmara Leite, de Curitiba (PR) e das nutricionistas Luciana Bruno e Gisele Rossi, de São Paulo (SP), que apresentaram aulas sobre a promoção da saúde da pessoa com diabetes, controle glicêmico e nutrição saudável. O diretor clínico do CDBH, Dr. Rodrigo Lamounier foi o outro palestrante do simpósio. A programação incluiu ainda o lançamento do Manual de Nutrição Saudável, publicação que faz parte da coleção de materiais educativos produzida pela equipe do Centro. “O evento de inauguração foi organizado segundo o espírito inovador do CDBH: oferecer assistência ativa na promoção de saúde e do autocuidado, com uma equipe multiprofissional integrada, com foco na educação e na prevenção”, afirma Lamounier. Depois do simpósio, os convidados participaram de um coquetel de confraternização.

Fotos do evento.                                                 - Clique na imagem para ampliar -

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Atletas do CDBH se preparam no Projeto Volta monitorada de Belo Horizonte

13, novembro, 2009 2 comentários

“O CDBH confirma presença na Corrida do Dia Mundial do Diabetes”

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Por Rodrigo Lamounier  e Eduardo Gonzaga


A primeira edição da Corrida Novo Nordisk Mudando o Diabetes será disputada no dia 14 de novembro, por ocasião do dia mundial do diabetes, neste sábado, a partir das 17 horas, num circuito a ser montado na Cidade Universitária, na USP. A prova, que terá corridas de 5K e de 10K e uma caminhada de 5K. A equipe de corredores do CDBH conta com 6 atletas, sendo orientados durante a prova por 3 profissionais do próprio Centro de Diabetes. Um dos nossos atletas, com diabetes tipo 1, irá correr com o monitor continuo de glicemia, o Guardian.
A prova é uma iniciativa da Novo Nordisk e tem realização e organização da Yescom, com apoio da Montevérgine, HCor, Bayer e apoio especial da Prefeitura de São Paulo e Universidade de São Paulo. A supervisão é da IAAF, AIMS, CBAt e FPA.

dr rodrigo (camisa)

O que é Dia Mundial de Diabetes?

O Dia Mundial de Diabetes é uma campanha realizada pela Federação Internacional de Diabetes – IDF, vivenciado em 140 países, por membros de associações filiadas à IDF.Foi criado em 1991 com o objetivo de conscientizar a população sobre as causas, sintomas, tratamento e complicações associadas a esta doença. O 14 de novembro foi escolhido porque é o dia do aniversário do pesquisador canadense Frederick Banting que, em parceria com Charles Best, foi 0 responsável pela descoberta da insulina, em outubro de 1921.

A cada ano a IDF define um foco especial para as comemorações do Dia Mundial do Diabetes. O objetivo é mobilizar a população para que “aja agora”. O diagnóstico precoce do diabetes, com tratamento regular, pode prevenir o aparecimento das complicações crônicas.equipe toda

O site tudiabetes.org propôs que no dia 14 de novembro as 14h (horario local de cada pais) todos os diabeticos fazerem o teste de glicemia e 14 minutos de exercicio fisico, e publicar em seu site suas experiencias é resultados.

A participação da equipe ” Volta Monitorada de BH”  neste evento é o ponta pé inicial para o Projeto de formação de atletas com diabetes que o CDBH está implementando em Belo Horizonte, no intuito de promover saúde e qualidade de vida no Diabetes.

Fotos dos treinamentos dos atletas CDBH.

- Clique para ampliar a foto -

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Fotos  dos atletas CDBH na Corrida do dia mundial do diabetes em São Paulo.

- Clique para ampliar a foto -

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Um Acampamento Doce. E a Ciência, Feito Delicadeza.

1, setembro, 2009 Sem comentários

Estive, no início deste ano, no acampamento da ADJ/UNIFESP para crianças e adolescentes com diabetes, entre 9 e 16 anos, que aconteceu no NR 1(Nosso Recanto) em Sapucaí Mirim, linda cidade bem colocada entre Minas e São Paulo, próxima a Campos do Jordão, encostada na serra da Mantiqueira. Leia mais…