CDBH - Centro de Diabetes de Belo Horizonte

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A revolta com o diabetes e o surgimento de uma nova vida Imprimir E-mail


O diabetes mellitus (DM) é uma situação muito propícia para o surgimento da raiva. Já ao diagnósticomuitas vezes a pergunta é inevitável: por que eu? Uma condenação? A vida com diabetes pode parecer cheia de ameaças e riscos e a revolta muitas vezes surge como uma autodefesa. A questão diante do problema é não ter raiva de sua própria vida. Quando alguém se sente ameaçado, amedrontado ou frustrado, ódio e angústia são reações normais. Fazer da crise a oportunidade é, de alguma maneira, transformar o ódio no sinal de que algo precisa ser feito. Uma nova atitude. Entender e aceitar o sentimento em relação ao diagnóstico é um passo importante para que se possa usar essa energia no autocuidado. Naturalmente que o processo de convívio com a doença ocorre ao longo do tempo e esse processo tem que ser respeitado. A criança, por exemplo, na vivência com o diabetes, passa por diversas fases. Ela muitas vezes procura atribuir a causa a pessoas ou acontecimentos, tentando achar uma justificativa para o fato. Medo, desespero, insegurança e revolta são sentimentos que ela relata com muita nitidez.

Um estudo que avaliou a característica de crianças recém-diagnosticadas com diabetes, comparando entre antes e após a doença, mostrou que na visão delas, o sentimento mais forte foi o de falta de liberdade após o diagnóstico: de comer o que tem vontade, de sair de casa sem ter que se preocupar com a insulina ou sem ter medo de passar mal, de correr e brincar.

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3º Encontro de Atletas com Diabetes

 
Emagreça usando a internet

Os sites de dieta, aplicativos para celular e redes sociais estão transformando a vida de quem faz regime – em vez de um esforço isolado, emagrecer virou uma atividade de grupo, com resultados melhores

Blog, fórum, aplicativo – para emagrecer usando a internet, a professora mineira Edna Batista, de 42 anos, ataca em várias frentes do mundo digital. Há um ano e meio, tornou-se usuária de um site de emagrecimento que ajuda a controlar o peso. Por meio dele, Edna calcula as calorias dos alimentos que pretende comer, tira dúvidas com nutricionistas e é acompanhada – e incentivada – por centenas de outras pessoas que, como ela, tentam afinar a silhueta. Ainda com a ajuda da internet, passou a manter um diário virtual de sua dieta. Ela digita tudo o que come, e o site, por meio de uma ferramenta de contagem, transforma dados calóricos em pontos. Sem ultrapassar os limites impostos pelo programa, ela manipula as combinações de alimentos leves com calóricos e, assim, não precisa excluir de sua vida sobremesas ou cervejinhas. Quando está insegura sobre os resultados ou deseja compartilhar seu sucesso na balança, entra na comunidade virtual do site de emagrecimento, o Dieta e Saúde, e divide suas dúvidas com outros participantes. O site, cujo programa de regimes on-line custa R$ 89 por trimestre, está no ar há sete anos e já atraiu 150 mil usuários. “Os participantes da comunidade virtual mandam tantas sugestões legais de pratos que consigo economizar calorias durante o dia para comer uma pizza à noite, com os amigos, sem sair da dieta”, diz Edna.

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De olho na glicemia das gestantes PDF Imprimir E-mail

Diabetes gestacional atinge cerca de 7% grávidas

Algumas mulheres são surpreendidas pelo diagnóstico de diabetes durante a gravidez. É a Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), que acomete cerca de 7% das gestantes no Brasil.

De acordo com o endocrinologista do Hospital Mater Dei, Rodrigo Lamounier, o diabetes gestacional é um tipo de diabetes que ocorre especificamente na gravidez, em uma mulher sem diagnóstico prévio de diabetes. “Trata-se de uma alteração no metabolismo da glicose que é específica da gravidez e que, na maioria das vezes, regride após a gestação”, explica o médico.

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Campanha anti açúcar em Nova York adota estratégia de cigarros

Campanha anti açúcar em Nova York adota estratégia de cigarros

A Prefeitura de Nova York retomou sua campanha antiobesidade e colou cartazes no metrô que exibem um diabético com a perna amputada pelo consumo excessivo de refrigerantes.

A estratégia de usar fotos impactantes para conscientizar a população sobre hábitos prejudiciais à saúde segue a mesma linha da dos cigarros.

A iniciativa já havia sido adotada antes, mas a imagem era outra --consumidores levavam à boca porções de gordura.

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