CDBH - Centro de Diabetes de Belo Horizonte
NOSSO FOCO É A SAÚDE
NOSSO FOCO É A SAÚDE
| Anvisa recomenda menos sal na produção do pão francês |
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Agência lançou guia para preparo de alimentos.
Com o nome de Guia de Boas Práticas Nutricionais, o texto está disponÃvel no site da agência. A Anvisa cita dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) para elencar os benefÃcios da redução do sal na dieta brasileira. A adoção ao guia é voluntária.  Segundo o órgão ligado à s Nações Unidas, a queda no consumo de sal para 5 gramas por dia reduziria em até 10% a pressão arterial dos brasileiros e óbitos por infarto e em 15% os casos de mortes por derrames. Para a Anvisa, essa meta faria a expectativa de vida dos hipertensos aumentar em quatro anos no paÃs, com 1,5 milhão de pessoas sendo dispensadas da necessidade de remédios para controlar a doença. Sódio e pão francês Segundo a Anvisa, o pão francês é uma das principais rotas para a entrada do sódio na população brasileira. Encontrado no sal de cozinha comum, o elemento quÃmico pode elevar a incidência de doenças crônicas comuns e não transmissÃveis como as cardÃacas e as renais. O sal em excesso é misturado com a farinha de trigo usada na produção do pãozinho. Atualmente, cada unidade contém 50 gramas, sendo 320 miligramas de sódio. O objetivo da Anvisa é reduzir esse teor em até 10% em 2014, derrubando para 289 miligramas o volume do elemento quÃmico no alimento. No Brasil, o sódio é ingerido acima da recomendação da OMS. Jovens entre 10 e 13 anos consomem o elemento quÃmico além do máximo tolerável. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE), a média do consumo diária de pão é de 53 gramas (pouco mais que um pãozinho). O Ministério da Saúde assinou em dezembro de 2011 um termo de compromisso para redução do teor de sódio no pão francês de 2% para 1,8% até 2014. O acordo foi feito junto a órgãos ligados à produção do alimento como as associações brasileiras das indústrias de Alimentação (Abia), de Massas AlimentÃcias (Abima) e de Panificação e Confeitaria (Abip), além da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo). Fonte: http://g1.globo.com/ |